segunda-feira, 30 de agosto de 2010

A vida de Edith Piaf

Postado por Celeste Maria Cesar Galvão às 12:45 1 comentários




Semana passada eu recebi por e-mail um .pps (veja aqui) sobre a vida da maior cantora francesa dos últimos tempos, Edith Piaf.

Fiquei encantada com sua biografia e resolvi assistir ao filme de sua vida, Piaf, Um Hino ao Amor (La Môme ou La Vie em Rose).

Edith Piaf teve um vida de tragédias. Uma infância difícil e pobre e diversos dramas foram a acompanhando. O filme não é apenas uma cinebiografia da vida de Edith Piaf, é uma tragédia atrás de tragédia. Bastante longo (2 horas e 20 minutos) e um pouco cansativo, entretanto, a ordem que as cenas são apresentadas, fora da cronologia “normal“, ajuda bastante a você ficar o tempo todo ligado nos acontecimentos.


Desde cedo a vida de Edith era bastante complicada. Ficava nas ruas de Paris (enquanto sua mãe tentava ganhar trocados cantando) e logo depois se mudou (levada por seu pai) para viver num prostíbulo com sua avô paterna. Outros fatos mais graves vão acontecendo e acompanhando a vida de Edith Piaf, passando pelos tempos que cantava nas ruas e em cabarés até se tornar uma grande cantora, viver um grande amor e ter uma vida curta e muito, muito mesmo, sofrida.

A meu ver, o momento mais marcante do filme é quando ela canta Non, Je ne regrette rien (Eu não me arrependo de nada), fazendo alusão às escolhas que fez em sua própria vida.




O desempenho de Marion Cotillard, no papel de Edith deu a ela, no ano de 2008 o oscar de melhor atriz.



Para àqueles que gostam de filmes biográficos e que querem também conhecer um pouco mais sobre a vida desta cantora francesa, o filme é bastante indicado.
Já para as pessoas que não têm muita paciência para filmes deste gênero, ou ainda para filmes longos eu não recomendaria muito.

Aqui, músicas originais da época, com vídeos de Edith:



Beijos e até a próxima,

Celeste Galvão

domingo, 29 de agosto de 2010

Cem Anos de Solidão

Postado por Celeste Maria Cesar Galvão às 10:33 4 comentários





Se me perguntarem qual meu livro preferido, sem dúvida direi: Cem Anos de Solidão...

Cem Anos de Solidão é um romance escrito pelo autor colombiano Gabriel Garcia Marquez. Este livro foi publicado pela primeira vez na cidade de Buenos Aires, Argentina, no ano de 1967. Desde então, o livro catapultou Garcia Marquez para o centro da fama literária. Prova disso foi o Prêmio Nobel de Literatura ganho pelo autor em 1982. Pablo Neruda disse uma vez que “Cem Anos de Solidão” é o melhor livro em espanhol já escrito desde Dom Quixote. Esta opinião foi confirmada em 2007, no IV Congresso Internacional da Lingua Espanhola, realizado em Cartagena, Colômbia. Cem Anos de Solidão teve tiragem inicial de 8 mil exemplares, mas já vendeu mais de 30 milhões de exemplares em todo o mundo desde o seu lançamento.

Cem Anos de Solidão se passa na cidade imaginária de Macondo, e conta a história de seus fundadores liderados pela família Buendia-Iguaran. José Arcadio Buendía é o patriarca da família e Úrsula Iguarán a matriarca. Trata-se de um casal de primos, que se casaram assustados pelo mito de que o casamento entre familiares poderia gerar filhos com rabos de porco. Este temor cria situações divertidas no início do relacionamento, mas também situações trágicas, e será, em última análise, o causador da mudança de cidade do casal para fundar Macondo.

O nome Macondo aparece em Cem Anos de Solidão sem nenhuma grande explicação. José Arcadio Buendía, durante a sua viagem de saída da cidade natal, tem um sonho de uma cidade cujas construções têm paredes de espelhos e cujo nome é Macondo, mas esse nome não tem nenhum significado.

O casal tem três filhos: José Arcadio, Aureliano Buendía e Renata Buendía. Posteriormente há a chegada de Rebeca. A cidade de Macondo é fundada por algumas famílias que acompanharam os Buendía durante a sua viagem, mas José Arcadio Buendía é o líder da comunidade, responsável por fazer a divisão de rescursos e mediação de conflitos. Em pouco tempo, a cidade é achada por um grupo de ciganos, que trazem diversas descobertas ao povo de Macondo. Entre os ciganos está Malquíades, um sábio que morre e ressucita diversas vezes no decorrer da história, personagem chave para o enredo de Cem Anos de Solidão.

Então, A história de Cem Anos de Solidão passa a girar em torno da família Buendía por diversas gerações. São mostrados os encontros e desencontros ocorridos nas vidas de seus membros por diversos anos, até que o último Buendía vivo consegue decifrar as escrituras que prediziam o futuro da família. Neste trajeto, há uma mistura bastante rica e bem dosada de elementos, personagens e passagens, que incluem um comboio carregado de cadáveres. Uma população inteira que perde a memória. Mulheres que se trancam por décadas numa casa escura. Homens que arrastam atrás de si um cortejo de borboletas amarelas.

A história é belíssima e em diversos momentos é difícil entender se Cem Anos de Solidão segue os padrões da realidade ou se é uma história épica. Os casos e personagens remetem a habitantes de cidades do interior da América Latina, os casos fantásticos e a longevidade das pessoas também lembra os causos contatos pelos mais velhos, nas cidades pequenas da América Latina. O tema central do livro é a solidão, pois parece que todos os integrantes da família, das mais diversas gerações, estão fadados a conviver com a solidão.

Em termos literários, Cem Anos de Solidão possui uma narração em terceira pessoa, escolhe um espaço único para desenvolver a história e tem um ritmo próprio e continuo, tudo isso junto facilita a familiarização do leitor com a história. O estilo do livro é o do realismo fantástico, que extrapola o que se convenciona chamar de realidade, para criar situações ricas em sentido e conotações, um grande prazer para o leitor.


Gabriel Garcia Marquez


Se você ficou curiosa(o) e quer ler, basta clicar no link abaixo e terá o arquivo em pdf:



Beijos da Cê

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Só de Sacanagem - Ana Carolina

Postado por Celeste Maria Cesar Galvão às 10:14 1 comentários



O texto de Elisa Lucinda do vídeo abaixo, lido por Ana Carolina, retrata nossa indignação pelos fatos ocorridos ao longo destes anos em nossa política.
E agora, às portas de uma nova eleição, está em nossas mãos a decisão de um novo futuro. O voto consciente e a esperança de um País melhor e com mais dignidade nos leva a refletir sobre as palavras deste vídeo:





Só de Sacanagem, de Elisa Lucinda


Meu coração está aos pulos!

Quantas vezes minha esperança será posta à prova?

Por quantas provas terá ela que passar? Tudo isso que está aí no ar, malas, cuecas que voam entupidas de dinheiro, do meu, do nosso dinheiro que reservamos duramente para educar os meninos mais pobres que nós, para cuidar gratuitamente da saúde deles e dos seus pais, esse dinheiro viaja na bagagem da impunidade e eu não posso mais.

Quantas vezes, meu amigo, meu rapaz, minha confiança vai ser posta à prova?

Quantas vezes minha esperança vai esperar no cais?

É certo que tempos difíceis existem para aperfeiçoar o aprendiz, mas não é certo que a mentira dos maus brasileiros venha quebrar no nosso nariz.

Meu coração está no escuro, a luz é simples, regada ao conselho simples de meu pai, minha mãe, minha avó e os justos que os precederam: "Não roubarás", "Devolva o lápis do coleguinha", "Esse apontador não é seu, minha filha". Ao invés disso, tanta coisa nojenta e torpe tenho tido que escutar.

Até habeas corpus preventivo, coisa da qual nunca tinha visto falar e sobre a qual minha pobre lógica ainda insiste: esse é o tipo de benefício que só ao culpado interessará. Pois bem, se mexeram comigo, com a velha e fiel fé do meu povo sofrido, então agora eu vou sacanear: mais honesta ainda vou ficar.

Só de sacanagem! Dirão: "Deixa de ser boba, desde Cabral que aqui todo mundo rouba" e vou dizer: "Não importa, será esse o meu carnaval, vou confiar mais e outra vez. Eu, meu irmão, meu filho e meus amigos, vamos pagar limpo a quem a gente deve e receber limpo do nosso freguês. Com o tempo a gente consegue ser livre, ético e o escambau."

Dirão: "É inútil, todo o mundo aqui é corrupto, desde o primeiro homem que veio de Portugal". Eu direi: Não admito, minha esperança é imortal. Eu repito, ouviram? Imortal! Sei que não dá para mudar o começo mas, se a gente quiser, vai dar para mudar o final!

Beijos,



quinta-feira, 26 de agosto de 2010

O Insustentável Preconceito do Ser

Postado por Celeste Maria Cesar Galvão às 08:33 1 comentários





O INSUSTENTÁVEL PRECONCEITO DO SER
texto de ROSANA JATOBÁ*


Era o admirável mundo novo! Recém-chegada de Salvador, vinha a convite de uma emissora de TV, para a qual já trabalhava como repórter. Solícitos, os colegas da redação paulistana se empenhavam em promover e indicar os melhores programas de lazer e cultura, onde eu abastecia a alma de prazer e o intelecto de novos conhecimentos.
Era o admirável mundo civilizado! Mentes abertas com alto nível de educação formal. No entanto, logo percebi o ruído no discurso:
– Recomendo um passeio pelo nosso “Central Park” – disse um repórter. Mas evite ir ao Ibirapuera nos domingos, porque é uma baianada só!
– Então estarei em casa, repliquei ironicamente.
– Ai, desculpa, não quis te ofender. É força de expressão. Tô falando de um tipo de gente.
– A gente que ajudou a construir as ruas e pontes, e a levantar os prédios da capital paulista?
– Sim, quer dizer, não! Me refiro às pessoas mal-educadas, que falam alto e fazem “farofa” no parque.
– Desculpe, mas outro dia vi um paulistano que, silenciosamente, abriu a janela do carro e atirou uma caixa de sapatos.
– Não me leve a mal, não tenho preconceitos contra os baianos. Aliás, adoro a sua terra, seu jeito de falar….
De fato, percebo que não existe a intenção de magoar. São palavras ou expressões que, de tão arraigadas, passam despercebidas, mas carregam o flagelo do preconceito. Preconceito velado, o que é pior, porque não mostra a cara, não se assume como tal. Difícil combater um inimigo disfarçado.
Descobri que, no Rio de Janeiro, a pecha recai sobre os “Paraíba”, que, aliás, podem ser qualquer nordestino. Com ou sem a “Cabeça chata”, outra denominação usada no Sudeste para quem nasce no Nordeste.
Na Bahia, a herança escravocrata até hoje reproduz gestos e palavras que segregam. Já testemunhei pessoas esfregando o dedo indicador no braço, para se referir a um negro, como se a cor do sujeito explicasse uma atitude censurável.
Numa das conversas que tive com a jornalista Miriam Leitão, ela comentava:
– O Brasil gosta de se imaginar como uma democracia racial, mas isso é uma ilusão. Nós temos uma marcha de carnaval, feita há 40 anos, cantada até hoje. E ela é terrível. Os brancos nunca pensam no que estão cantando. A letra diz o seguinte:
“O teu cabelo não nega, mulata
Porque és mulata na cor
Mas como a cor não pega, mulata
Mulata, quero o teu amor”.
– É ofensivo – diz Miriam. Como a cor de alguém poderia contaminar, como se fosse doença? E as pessoas nunca percebem.
A expressão “pé na cozinha”, para designar a ascendência africana, é a mais comum de todas, e também dita sem o menor constrangimento. É o retorno à mentalidade escravocrata, reproduzindo as mazelas da senzala.
O cronista Rubem Alves publicou esta semana na Folha de São Paulo um artigo no qual ressalta:
“Palavras não são inocentes, elas são armas que os poderosos usam para ferir e dominar os fracos. Os brancos norte-americanos inventaram a palavra ‘niger’ para humilhar os negros. Criaram uma brincadeira que tinha um versinho assim:
‘Eeny, meeny, miny, moe, catch a niger by the toe’ …que quer dizer, agarre um crioulo pelo dedão do pé (aqui no Brasil, quando se quer diminuir um negro, usa-se a palavra crioulo).
Em denúncia a esse uso ofensivo da palavra, os negros cunharam o slogan ‘black is beautiful’. Daí surgiu a linguagem politicamente correta. A regra fundamental dessa linguagem é nunca usar uma palavra que humilhe, discrimine ou zombe de alguém”.
Será que na era Obama vão inventar “Pé na Presidência”, para se referir aos negros e mulatos americanos de hoje?
A origem social é outro fator que gera comentários tidos como “inofensivos”, mas cruéis. A Nação que deveria se orgulhar de sua mobilidade social é a mesma que picha o próprio Presidente de torneiro mecânico, semi-analfabeto. Com relação aos empregados domésticos, já cheguei a ouvir:
– A minha “criadagem” não entra pelo elevador social!
E a complacência com relação aos chamamentos, insultos, por vezes humilhantes, dirigidos aos homossexuais? Os termos bicha, bichona, frutinha, biba, “viado”, maricona, boiola e uma infinidade de apelidos, despertam risadas. Quem se importa com o potencial ofensivo?
Mulher é rainha no dia oito de março. Quando se atreve a encarar o trânsito, e desagrada o código masculino, ouve frequentemente:
– Só podia ser mulher! Ei, dona Maria, seu lugar é no tanque!
Dependendo do tom do cabelo, demonstrações de desinformação ou falta de inteligência, são imediatamente imputadas a um certo tipo feminino:
– Só podia ser loira!
Se a forma de administrar o próprio dinheiro é poupar muito e gastar pouco:
– Só podia ser judeu!
A mesma superficialidade em abordar as características de um povo se aplica aos árabes. Aqui, todos eles viram turcos.
Quem acumula quilos extras é motivo de chacota do tipo: rolha de poço, polpeta, almôndega, baleia …
Gosto muito do provérbio bíblico, legado do Cristianismo: “O mal não é o que entra, mas o que sai da boca do homem”.
Invoco também a doutrina da Física Quântica, que confere às palavras o poder de ratificar ou transformar a realidade. São partículas de energia tecendo as teias do comportamento humano.
A liberdade de escolha e a tolerância das diferenças resumem o Princípio da Igualdade, sem o qual nenhuma sociedade pode ser Sustentável.
O preconceito nas entrelinhas é perigoso, porque, em doses homeopáticas, reforça os estigmas e aprofunda os abismos entre os cidadãos. Revela a ignorância e alimenta o monstro da maldade.
Até que um dia um trabalhador perde o emprego, se torna um alcoólatra, passa a viver nas ruas e amanhece carbonizado:
– Só podia ser mendigo!
No outro dia, o motim toma conta da prisão, a polícia invade, mata 111 detentos, e nem a canção do Caetano Veloso é capaz de comover:
– Só podia ser bandido!
Somos nós os responsáveis pela construção do ideal de civilidade aqui em São Paulo, no Rio, na Bahia, em qualquer lugar do mundo. É a consciência do valor de cada pessoa que eleva a raça humana e aflora o que temos de melhor para dizer uns aos outros.
PS: Fui ao Ibirapuera num domingo e encontrei vários conterrâneos…



*Rosana Jatobá é jornalista, graduada em Direito e Jornalismo pela Universidade Federal da Bahia, e mestranda em gestão e tecnologias ambientais da Universidade de São Paulo. Também é apresentadora do departamento de jornalismo da Rede Globo.




Até a próxima,


Celeste, Cê

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Subir pelo lado que desce

Postado por Celeste Maria Cesar Galvão às 14:35 2 comentários





"Viver é subir uma escada rolante pelo lado que desce."

Ouvindo esta frase, imaginei qualquer pessoa nessa acrobacia que as crianças fazem ou tentam fazer: escalar aqueles degraus que nos puxam inexoravelmente para baixo. Perigo, loucura, inocência, ou uma boa metáfora do que fazemos diariamente?

Poucas vezes me deram um símbolo tão adequado para a vida, sobretudo naqueles períodos difíceis em que até pensar em sair da cama dá vontade de desistir. Tudo o que quereríamos era taparmos a cabeça e dormirmos, sem pensarmos em nada, fingindo que não estamos nem aí…

Porque Tânatos, isto é, a voz do poço e da morte, nos convoca a cada minuto para que, enfim, nos entreguemos e acomodemos. Só que acomodar-se é abrir a porta a tudo aquilo que nos faz cúmplices do negativo. Descansaremos, sim, mas tornando-nos filhos do tédio e amantes da pusilanimidade, personagens do teatro daqueles que constantemente desperdiçam os seus próprios talentos e dificultam a vida dos outros.

E o desperdício da nossa vida, talentos e oportunidades é o único débito que no final não se poderá saldar: estaremos no arquivo-morto.

Não que não tenhamos vontade ou motivos para desistir: corrupção, violência, drogas, doença, problemas no emprego, dramas na família, buracos na alma, solidão no casamento a que também nos acomodamos… tudo isso nos sufoca. Sobretudo, se pertencermos ao grupo cujo lema é: Pensar, nem pensar… e a vida que se lixe.

A escada rolante chama-nos para o fundo: não dou mais um passo, não luto, não me sacrifico mais. Para quê mudar, se a maior parte das pessoas nem pensa nisso e vive da mesma maneira, e da mesma maneira vai morrer?

Não vive (nem morrerá) da mesma maneira. Porque só nessa batalha consigo mesmo, percebendo engodos e superando barreiras, podemos também saborear a vida. Que até nos surpreende quando não se esperava, oferecendo-nos novos caminhos e novos desafios.

Mesmo que pareça quase uma condenação, a ideia de que viver é subir uma escada rolante pelo lado que desce é que nos permite sentir que afinal não somos assim tão insignificantes e tão incapazes.

Então, vamos à escada rolante: aqui e ali até conseguimos saltar degraus de dois em dois, como quando éramos crianças e muito mais livres, mais ousados e mais interessantes.

E porque não? Na pior das hipóteses, caímos, magoamo-nos por dentro e por fora, e podemos ainda uma vez… recomeçar.



Lya Luft
Pensar é transgredir


Beijos carinhosos,

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Bolo de Cenoura da Cê

Postado por Celeste Maria Cesar Galvão às 17:20 2 comentários


Todo mundo deve ter uma receita de Bolo de Cenoura em casa.
Essa, eu adaptei, e uso margarina ao invés de óleo. Fica muito saboroso.

Ingredientes:

  • 4 ovos
  • 150 gramas de margarina para uso culinário
  • 4 cenouras medias cortadas em cubinhos
  • 3 xícaras de farinha de trigo
  • 2 xícaras de açúcar
  • 1 colher de sopa de fermento em pó
  • raspas de um limão





Modo de Preparo:

Bata no liquidificador os ovos, a margarina e as cenouras. Coloque essa mistura junto aos outros ingredientes e mexa bem. Coloque numa forma de buraco no meio e asse em forno pré-aquecido a 180° graus por 40 minutos.
Faça um brigadeiro mole e cubra o bolo ainda quente.

Bom apetite!!!!

Até a próxima,

domingo, 15 de agosto de 2010

As pessoas podem mudar?

Postado por Celeste Maria Cesar Galvão às 10:42 2 comentários





Conversando ontem com meu amigo Vítor Vieira pelo MSN, ele me mandou uma música do ex -vocalista do Raimundos, Rodolfo Abrantes.
Fiquei impressionada com a mudança de estilo deste rapaz...

Passamos a refletir sobre pessoas que mudam e lembrei que há alguns anos atrás eu era uma pessoa muito diferente.
Eu também mudei muito.
Lembro que eu exigia muito de mim mesma e consequentemente exigia das outras pessoas.
Essa cobrança era tão grande que um dia olhei-me no espelho e percebi que chegava a ser insano meu relacionamento comigo mesma e com as pessoas que eu amava...decidi mudar. Foi um processo lento, dolorido e exigiu disciplina, mas hoje percebo que me sinto uma pessoa muito mais serena e menos exigente.

Uma frase que trago comigo e que me ajudou a compreender parte deste processo é a Oração da Serenidade:

"Concedei-me, Senhor, a serenidade necessária para aceitar as coisas que não posso modificar, coragem para modificar aquelas que posso e sabedoria para distinguir umas das outras".

Diante disto tenho certeza que qualquer pessoa pode e deve mudar quando achar necessário só depende de querer fazer isso...

A título de curiosidade, vou postar a letra e a música do Rodolfo que achei fantástica:







Seja Feita a Tua Vontade
Rodolfo Abrantes
Composição: Rodolfo Abrantes

Não vivo sem poder ouvir o som
Da Tua voz falando a mim
De tão perto
Quase posso Te tocar

Como um segredo
Que eu sempre quis
Alguém pra contar

Fiel pra terminar o que começou
Eu não posso parar aqui
Cada passo que eu dou
É pra Te alcançar

És o caminho
Que eu decidi trilhar
Ao tocar

O fogo do monte
O fogo do altar
O Filho do Homem vem
Com brasas vivas

Ao rei toda força e majestade
Pois digno, digno tu és
Pois digno, digno tu és
Amém, seja feita a Tua vontade
Meu Jesus não tarde por vir

Palavras não descrevem o Teu amor
Nem o abraço que eu recebi
Deitado no Teu colo
Eu posso sonhar

Com a estrada que eu nunca
Imaginei um dia andar

Agora que o Grande Construtor
Fez a escada eu vou subir
Quem quiser vir junto
Ouça Deus chamar

Aos anjos e aos teus santos
Eu quero me juntar
Pra cantar

Que outro igual não houve
Outro não haverá
O Filho do Homem vem
Com fogo e glória

Ao rei toda força e majestade
Pois digno, digno tu és
Pois digno, digno tu és
Amém, seja feita a Tua vontade
Meu Jesus não tarde por vir

Ao rei toda força e majestade
Pois digno, digno tu és
Pois digno, digno tu és
Amém, seja feita a Tua vontade
Meu Jesus não tarde por vir

Santo, Santo, Santo é o Senhor
Santo, Santo, Santo é o Senhor
Santo, Santo, Santo é o Senhor
Santo, Santo, Santo é o Senhor

Quando eu chorar, consola-me
No Teu altar eu nunca estive só
Pra Te adorar foi que eu nasci
Vou me tornar dos servos o menor

Quando eu chorar, consola-me
No Teu altar eu nunca estive só
Pra Te adorar foi que eu nasci
Vou me tornar dos servos o menor

Eu vi o Senhor assentado num alto e sublime trono
E as orlas do Seu manto enchiam o templo

Os serafins estavam acima dele e cada um tinha 6 asas,
Com duas cobriam os seus rostos
Com duas cobriam os seus pés
E com duas voavam

E clamavam uns aos outros dizendo:
- Santo! Santo! Santo é o Senhor dos exércitos,
Toda a terra está cheia da Sua glória.

Os obrais das portas se moveram com a voz do que clamava
E a casa se encheu de fumaça

Então disse eu:
- Ai de mim que vou perecendo, porque sou homem de lábios
impuros e habito no meio de um povo de impuros lábios.

E os meus olhos viram o Rei, o Senhor dos exércitos.

Mas um dos serafins voou para mim trazendo na mão
uma brasa viva, que tirara do altar com uma tenaz,
Com ela tocou a minha boca e disse:
- Vê, isto tocou os teus lábios e a tua iniquidade foi tirada
e purificado o teu pecado.

Depois disso ouvi a voz do senhor que dizia:
- A quem enviarei e quem há de ir por nos ?

Então disse eu:
- Eis-me aqui, envia-me a mim!!!

Ao rei toda força e majestade
Pois digno, digno tu és
Pois digno, digno tu és
Amém, seja feita a tua vontade
Meu Jesus não tarde por vir

Ao rei toda força e majestade
Pois digno, digno tu és
Pois digno, digno tu és
Amém, seja feita a tua vontade
Meu Jesus não tarde por vir


Beijos e até a próxima,

Celeste
 

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